BBM no Vestibular

BBM no Vestibular

BBM no vestibular está alicerçado na convicção de que a Universidade de São Paulo deve estreitar seus laços com a sociedade, permitindo que as barreiras existentes entre o grande público e o universo científico e acadêmico seja suprimido. A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin – BBM/USP preservou um acervo único sobre a história e a literatura brasileira que deve estar efetivamente disponível para a sociedade. A possibilidade de disponibilizar parte do acervo, das obras em domínio público, por meio digital, é uma oportunidade única de atingir um público muito além do espaço físico da universidade. Assim, o projeto BBM no vestibular disponibiliza aos vestibulandos textos introdutórios sobre as obras selecionadas para a FUVEST, assim como vídeos-aulas ministradas por grandes especialistas, tornando-se assim, instrumento para fomentar o interesse de novos leitores.

Apoio
1º EDITAL SANTANDER/USP/FUSP DA PRÓ-REITORIA DE CULTURA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

A Cidade e as Serras

Na lista de livros previstos como leitura obrigatória no vestibular da FUVEST, encontramos obras de diversos estilos literários. Eça de Queirós figura entre os importantes escritores do Realismo português (1865-1890), uma concepção de arte oposta à concepção do idealismo romântico, uma vez que os escritores realistas defendiam a ideia de uma expressão de arte comprometida com a realidade social e, ao mesmo tempo, associada à ciência. ...

Claro Enigma

Como uma das obras que compõem a lista de leituras obrigatórias da Fuvest 2017, Claro Enigma (1951) é o sétimo livro de poemas de Carlos Drummond de Andrade, antecedido por Alguma Poesia (1930), Brejo das Almas (1934), Sentimento do Mundo (1940), José (1942), A Rosa do Povo (1945) e Novos Poemas (1948). ...

Iracema

    Obra marcante da fase indianista do Romantismo brasileiro, Iracema (1865), do cearense José de Alencar, evidencia o que, em aspectos literários, pode-se dizer a busca por uma identidade genuinamente brasileira. Dados os efeitos da Independência do Brasil em 1822 e a formação do Estado imperial nas décadas seguintes, o país vivia neste período um entusiasmo nacionalista que se implantou na estética romântica da literatura brasileira. ...

Mayombe

O romance Mayombe, do escritor angolano Pepetela, é o representante das Literaturas Africanas de Língua Portuguesa na lista de livros previstos como leitura obrigatória no vestibular da FUVEST, desde 2016. Segundo o Manual do Candidato (2017/2018), espera-se do participante, oriundo do Ensino Médio “um certo repertório de leituras de textos literários” de obras representativas dos diferentes períodos das literaturas em língua portuguesa. ...

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) é o quinto romance publicado por Machado de Assis (1839-1908), talvez o maior escritor brasileiro e um dos maiores autores de língua portuguesa. Entre março e dezembro de 1880, a obra foi publicada no formato de folhetim na Revista Brasileira, tendo sido impressa como livro somente no ano seguinte. Com um tom sarcástico, o rompimento da narração linear e uso recorrente de ironia e pessimismo, o livro inaugurou Realismo no Brasil. ...

Minha Vida de Menina

Minha vida de menina foi a novidade do vestibular da FUVEST de 2018. Trata-se de um diário escrito entre 1893 e 1895 pela adolescente Alice Dayrell Caldeira Brant, nascida em Diamantina (Minas Gerais) em 1880, que o publicaria como livro somente em 1942, por meio do pseudônimo de Helena Morley, quando a autora já tinha 62 anos. ...

O Cortiço

    A transição do século XIX para o século XX foi a época em que a ciência se constituiu como fonte de conhecimento prestigiada e politicamente poderosa, sendo inclusive usada para ratificar o neocolonialismo, a partir das teorias genéticas que promulgavam a hegemonia europeia em comparação com os habitantes dos outros continentes. Nesse contexto, o Brasil, ...

Sagarana

Sagarana (1946) é o primeiro livro publicado por João Guimarães Rosa (1908-1967), um dos maiores escritores da literatura brasileira. O pano de fundo em que a obra foi publicada é, no mínimo, curioso. ...

Vidas Secas

Aos 56 anos Graciliano Ramos escreveu um autorretrato. Com sua forma característica de escrever, econômica e direta, conta dados essenciais de sua vida e de seus gostos pessoais. Diz que nasceu em 1892, em Quebrangulo, Alagoas, que foi casado duas vezes e tem sete filhos, que não gosta de vizinhos e detesta rádio, telefone e campainhas, assim como tem horror às pessoas que falam alto. Diz também que usa óculos e é meio calvo. ...