Cristina Antunes

As edições de "Marilia de Dirceo", de Tomás Antônio Gonzaga

Histórias à parte, os vários exemplares da Marilia exigem um cuidadoso trabalho de catalogação, não só pelo fato de existirem as três partes em diversas edições, mas principalmente pelo fato de haver exemplares contendo uma, duas ou as três partes em edições diferentes encadernadas juntas por seus antigos proprietários.

Nova Lusitânia: História da Guerra Brasília

A História da Guerra Brasílica é uma das melhores fontes portuguesas para os acontecimentos ocorridos durante o período holandês no Brasil do século XVII.

Arte de Gramática da Língua mais usada na Costa do Brasil (1595)

A Arte de Gramática da Lingoa mais usada na costa do Brasil foi escrita pelo padre José de Anchieta, da Companhia de Jesus, na segunda metade do século XVI.

 

O editor Francisco de Paula Brito (1809-1861)

Eis, nas palavras do próprio Machado de Assis, o que representou para a história da tipografia brasileira a figura de Francisco de Paula Brito: “Paula Brito foi o primeiro editor digno desse nome que houve entre nós”.

A Viagem Pitoresca de Debret

A Viagem pitoresca evidencia o gênio artístico desse pintor e desenhista francês, mas a característica marcante da obra é o fato de revelar em imagens a história da vida urbana brasileira do início de século XIX, especialmente, da vida na corte do Rio de Janeiro, embora contenha também algumas imagens de São Paulo e de províncias do sul, as quais Debret só visitou tardiamente, nos seus últimos anos de Brasil.

João da Cruz e Souza (1863-1898)

O catarinense João da Cruz e Souza (1863-1898), filho de escravos, em eterno conflito entre a matéria e o espírito, com verdadeira obsessão pelos brilhos e pela cor branca, escreveu ao todo cinco obras, duas publicadas em vida, Missal e Broquéis (ambas em 1893), e três postumamente: Evocações (1898), Faróis (1900) e Últimos sonetos (1905).

Theodor Koch Grunberg

Sua contribuição é fundamental para o estudo dos povos indígenas da Amazônia, seus mitos e suas lendas. Suas observações e relatos de viagem constituem uma importante fonte para a antropologia, a etnologia e a história indígena.

"Música do Parnasso" de Manoel Botelho de Oliveira

Musica do Parnasso vem à luz quando já se consolidava uma reação à poesia seiscentista italiana e espanhola. Seu autor, Manuel Botelho de Oliveira (1636-1711), nasceu em Salvador, Bahia. Estudou Direito na Universidade de Coimbra e retornou ao Brasil, onde exerceu a advocacia, foi vereador em Salvador e Capitão-mor de ordenanças.

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