Paulo Franchetti

"Nitheroy, Revista Brasiliense" (1836)

Publicada em Paris, por um grupo de jovens intelectuais brasileiros, e trazendo como lema “tudo pelo Brasil e para o Brasil”, a revista Niterói tem sido apontada como um dos marcos da instauração do Romantismo em nosso país.

Gonçalves Dias (1823‑1864)

Antônio Gonçalves Dias (1823‑1864) nasceu em Caxias, no Maranhão, filho de pai português e mãe cafuza. Estudou em Coimbra, onde obteve o grau de bacharel em Direito em 1844. De volta ao Brasil, exerceu a docência e funções públicas, incluindo a diplomacia na Europa.

Olavo Bilac (1865 - 1918)

O nome de Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac (1865-1918) foi, durante muito tempo, sinônimo de “poeta”. Adorado em vida, venerado no período subseqüente à sua morte, o “príncipe dos poetas brasileiros” apenas a partir de meados de novecentos foi sendo deixado de parte.

Casimiro de Abreu (1839-1860)

Casimiro José Marques de Abreu (1839-1860) parece ter sido o poeta mais popular do seu tempo, dos mais lidos e declamados. É verdade que sua poesia sofre com a repetição excessiva de temas e recursos formais, mas também é verdade que com ele se atinge uma naturalidade de expressão, um aproveitamento da linguagem coloquial que só encontrará equivalente, muito tempo depois, na obra de um Manuel Bandeira.

Augusto dos Anjos (1884-1914)

Um dos mais originais poetas brasileiros, é também um dos mais populares, sendo seu único livro de poemas, acrescido de textos que não figuraram na primeira edição, um dos poucos sucessos de público e de crítica no Brasil.

José de Alencar (1829 - 1877)

Romancista, dramaturgo, crítico, político, jornalista e poeta, Alencar é uma das figuras mais importantes do século XIX brasileiro. Sua obra compreende duas dezenas de livros de prosa ficcional, oito peças de teatro, crônicas, poesia e crítica literária.

Francisca Júlia (1871-1920)

Francisca Júlia publicou quatro livros ao longo da vida. Seu primeiro e mais conhecido é Mármores, de 1895. Nas sequência compôs um volume de versos para crianças, intitulado O livro da infância (1899) e Esfinges (1903). Em 1912, junto com seu irmão, Júlio da Silva, o publicou Alma infantil.

Álvares de Azevedo (1831-1852)

Manuel Antônio Álvares de Azevedo (1831-1852) é até hoje um dos poetas mais lidos do Romantismo brasileiro. Sua poesia abriu-se a muitas influências, que o poeta nem sempre teve tempo para depurar e solidificar.

Castro Alves (1847-1871)

Antonio de Castro Alves (1847-1871) foi o último dos grandes poetas românticos brasileiros e o mais bem realizado cultor de um tipo de poesia que ficou conhecida como “condoreira”, isto é, caracterizada pela profusão de imagens grandiosas e sonoras, adequadas à declamação pública.

Machado de Assis (1839-1908)

Considerado o maior romancista brasileiro, foi também, além de brilhante contista, mestre da crônica, crítico influente, dramaturgo respeitável e um dos mais importantes poetas do tempo.

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