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A biblioteca por seus leitores: Frank Stephan Kohl

O historiador da fotografia e antropólogo visual alemão Frank Stephan Kohl fala do seu cotidiano como pesquisador do acervo e seu convívio com as pessoas que trabalhavam, pesquisavam e visitavam a biblioteca na casa de Guita e José Mindlin. Frank apresenta também algumas obras do acervo que foram decisivas em sua pesquisa de doutorado sobre o fotógrafo alemão Albert Frisch, que em 1867 produziu por volta de uma centena de fotos da Amazônia, dentre as quais se destacam as primeiras fotos tiradas de índios dessa região.

As revistas e as vanguardas

Ao longo da década de 1920 foram publicadas no Brasil diversas revistas que veiculavam pelo país ideais do modernismo e das vanguardas artísticas e literárias. Klaxon e a Revista de Antropofagia saíram em São Paulo, Estética foi publicada no Rio, A Revista em Belo Horizonte e Verde em Cataguases.

A Viagem pelo Brasil de Spix e Martius

A curadora da Biblioteca Brasiliana Guita e José MIndlin, Cristina Antunes, apresenta um pouco da vasta obra produzida pelos naturalistas alemães Johann Baptist von Spix e Karl Friedrich Philipp von Martius a partir de sua viagem pelo Brasil. Entre 1817 e 1820, Spix e Martius empreenderam uma expedição científica que percorreu cerca de 10.000 km no território brasileiro. A expedição resultou em dezenas de publicações que abordaram temas como botânica, zoologia, etnografia, linguística, além da própria narrativa da viagem.

Editores artesanais: O Gráfico Amador na Brasiliana

Uma editora é considerada artesanal quando suas tiragens são baixas e os processos de impressão não são industriais, trazendo à tona a manualidade do trabalho em cada exemplar. O Gráfico Amador foi uma editora artesanal que existiu no Recife na década de 50, fundada por Aloisio Magalhães, Gastão de Holanda, José Laurenio de Melo e Orlando da Costa Ferreira, e suas publicações são um marco do design editorial brasileiro unido à literatura.

Literatura Brasileira - séculos XVII e XVIII

Cristina Antunes, curadora da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, apresenta neste vídeo algumas das obras mais representativas da literatura brasileira dos séculos XVII e XVIII. Além de introduzir autores e obras de destaque, ela conta histórias singulares sobre os exemplares da biblioteca, o que contribui para a compreensão da história da coleção como um todo. O texto que acompanha o vídeo complementa informações sobre os autores e traz os links de suas obras que estão disponíveis no acervo digital da BBM.

O diário de Pagu: vida, obra e arte

O vídeo traça um panorama da vida e obra da escritora e militante política Patrícia Galvão, a Pagu, com destaque para o diário manuscrito guardado pela BBM, no qual a autora relata, em forma de fragmentos de grande força poética, fatos decisivos de sua vida entre 1929 e 1931.

Revistas modernistas: Verde

A revista Verde foi criada em setembro de 1927 por um grupo de escritores muito jovens em Cataguases, interior de Minas Gerais. Ficou em circulação até maio de 1929. Verde foi um importante meio de divulgação de novos autores e novas ideias estéticas e literárias. Ela faz parte do seleto grupo de revistas modernistas editadas no Brasil ao longo da década de 1920, como Klaxon, Revista de Antropofagia e Estética.

XXVI Colóquio Mindlin: A Democracia na França

O livro De la Démocratie en France, de François Guizot, foi publicado em Paris, em janeiro de 1849. A leitura desse libelo antirrevolucionário, de inspiração tocquevilliana e de evidente conteúdo programático, abre diversos caminhos de análise, seja ela pautada no texto ou no contexto histórico. Sem perder de vista essas duas dimensões analíticas, nossa perspectiva se volta para os múltiplos aspectos da construção do livro, do manuscrito ao leitor.