Brasiliana Iconográfica

Desde 2022, a BBM contribui para o enriquecimento da Brasiliana Iconográfica, plataforma virtual que disponibiliza, de forma gratuita, materiais de quatro acervos importantes: o da Biblioteca Nacional, do Instituto Moreira Salles, do Itaú Cultural e da Pinacoteca de São Paulo.

Para saber mais sobre essa parceria, acesse: BBM contribui para acervo do portal Brasiliana Iconográfica.

Clique nos títulos abaixo para ler as matérias completas.


Fevereiro

A renovação da pintura de paisagem por Henri-Nicolas Vinet

Brasiliana Iconográfica/ fev

O pintor francês Henri-Nicolas Vinet desembarcou no Rio de Janeiro em 1856 e continuou a pintar paisagens en plein air, ao ar livre, como fazia nos arredores de Paris, tornando-se um dos protagonistas da renovação do gênero da paisagem no Brasil. A partir de 1860, o artista decidiu deixar a cidade e passar períodos em florestas próximas para pintar em contato direto com a natureza. Vinet conquistou muitos admiradores entre a burguesia brasileira que começava a colecionar arte.


A resistência e sustentabilidade da arquitetura indígena

Brasiliana Iconográfica/ fev

A carta do escrivão Pero Vaz de Caminha e as xilogravuras do livro do aventureiro alemão Hans Staden deram aos europeus uma ideia de como viviam os povos originários do chamado Novo Mundo, mas suas habitações, construídas com materiais naturais e consideradas primitivas, não despertaram o interesse dos colonizadores e exploradores que percorreram o Brasil a partir de 1500. Apesar de toda a destruição causada por eles, a arquitetura nativa se adaptou e sobreviveu nas terras indígenas e hoje, diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas e ambientais, seu aspecto sustentável chama atenção.


Janeiro

As diferenças na moda entre as duas mulheres de D. Pedro I

Brasiliana Iconográfica/ jan

A princesa Leopoldina (1797-1826), primeira mulher de D. Pedro (1798-1834), chegou ao Brasil em 1817, nove anos depois de a corte portuguesa ter se mudado para o país, em 1808, quando trouxe inúmeras novidades, entre elas o conceito de moda. Antes disso, mesmo a população mais endinheirada que vivia na colônia tinha pouco acesso a revistas que já existiam na Europa, lojas de vestuário e tecidos finos ou modistas


“A conquista do território brasileiro pelas galinhas”

brasiliana iconografica janeiro

O Brasil é hoje o terceiro maior produtor e o maior exportador de frangos do mundo. As primeiras galinhas domésticas chegaram ao Brasil no início do século XVI a bordo das caravelas de Pedro Álvares Cabral (1467-1520) e de outros colonizadores. Essa espécie de ave (Gallus domesticus) é nativa do sudeste da Ásia e teria chegado à Europa por volta do século VI a.C. e então trazida para cá. Sua sobrevivência em solo brasileiro deve-se sobretudo à recepção que tiveram pelos povos indígenas.”